Nascidas a 19 de março, o dia da emergência

Grupo de Mangualde chega  ao retalho na proteção individual

Marca registada em nome da HR Protecção, uma sociedade criada em 2001 para se dedicar ao fornecimento de equipamentos de protecção individual, foi precisamente no primeiro dia do histórico estado de emergência em Portugal que a Master Safety conquistou estatuto jurídico para ser oficialmente “o ‘chapéu’ do grupo para desenvolver a estratégia de venda a retalho”, chegando assim também ao consumidor final, além dos clientes profissionais e empresariais.

 

O HR Group inclui uma fábrica (HR Indústria) que desde 1986 produz vestuário técnico e profissional, como fatos para câmaras frigoríficas, cogulas ou uniformes para bombeiros. O diretor-geral explica que este projeto “ainda é um embrião”. Já descontados os atrasos administrativos provocados pela pandemia de covid-19 que marcou estes primeiros meses de atividade, o objetivo de Fernando Mateus passa por começar em setembro a vender estas peças de vestuário e os equipamentos de proteção (óculos, calçado, luvas, viseiras, etc.) através da internet, abrindo também nessa altura uma primeira loja física com 300 m2, em Mangualde. Apesar de a nova oferta incluir alguns produtos anticovid, a iniciativa no retalho “já vinha de trás e não teve esse propósito”.

 

Para essa nova loja já tem um espaço reservado na Zona Industrial do Salgueiro, no distrito de Viseu, onde o grupo familiar terminou há dois meses um investimento superior a 3,5 milhões de euros para concentrar as operações industriais, comerciais e logísticas num único local. Inauguradas sem pompa a 25 de abril, devido à conjuntura sanitária, estas novas instalações têm uma área de implantação de 6 mil m2, num terreno com 25 mil m2, e são a nova casa do HR Group, que emprega atualmente uma centena de trabalhadores e que registou um volume de negócios de oito milhões de euros no ano passado.

 

Fonte: Jornal de Negócios

 

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